quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cientistas (mines biografias)

Thomas edison (1849 - 1931)
       Há quem o considere o maior inventor da História e há quem discorde, mas é certo que ele teve participação fundamental na criação de várias tecnologias que marcaram o século XX. Entre outras muitas invenções como o gramofone e o cinescópio, ele desenvolveu a primeira lâmpada incandescente que, de fato, funcionava e podia ser comercializada. Edson chegou a esse resultado, enquanto buscava uma forma de distribuir iluminação elétrica pública a Nova York, o que ele conseguiu num curto período. Em pouco tempo, pulou de dezenas para um milhão o número de assinantes de sua companhia, que levava eletricidade até as casas nova-iorquinas no final do século XIX.

Benjamin franklin (1706-1790)
     Jornalista, escritor, inventor, estadista, abolicionista e um dos maiores símbolos os Estados Unidos, Benjamin Franklin já foi chamado de "elétrico" por alguns de seus biógrafos, tal a quantidade de atividades que desempenhou. Mas Franklin teve, sim, um papel importante no conhecimento da eletricidade, pois 1752 mostrou que os relâmpagos são descargas elétricas. O cientista empinou uma pipa presa a um fio condutor, próximo a uma nuvem de tempestade. A carga induzida na pipa deslocou-se ao longo do fio e provocou uma descarga elétrica entre uma chave, colocada na extremidade do fio, e o braço de Franklin. O experimento foi extremamente perigoso, mas resultou na invenção do pára-raios. Franklin dizia que a eletricidade, não se cria, nem desaparece. Ela passa de um corpo que tem muito para aquele em que está falta.

Georg simon ohm (1789-1854)
      Professor secundário, esse físico alemão sonhava em lecionar na universidade e, para tal, precisava apresentar uma pesquisa inédita. Como muitos em sua época, apreciava o campo da eletricidade. Ohm decidiu testar as diferentes intensidades das correntes elétricas usando várias espessuras e comprimentos de fios, entre 1825 e 1827. Ele acabou descobrindo que a intensidade da corrente era inversamente proporcional ao comprimento do fio condutor e diretamente proporcional à espessura deste. Assim, Ohm descobriu o que chamamos de resistência elétrica, que nada mais é do que o obstáculo criado pelos átomos que compõem o cabo elétrico à passagem dos elétrons livres. É a resistência elétrica no filamento da lâmpada, por exemplo, que impede a passagem da energia, que se transforma em calor e em luz. Tais relações haviam também sido apontadas, meio século antes, pelo inglês Cavendish, que, no entanto, não as divulgou. Apesar de as pesquisas terem sido uma colaboração importante na teoria dos circuitos elétricos, Ohm não conseguiu o trabalho que almejava e, diante das críticas negativas, teve até que largar o emprego na escola em que trabalhava, em Colônia. Por seis anos, passou por dificuldades financeiras até conseguir outro lugar para dar aulas. O sonhado posto de professor universitário só viria mais tarde, no final de sua vida. Em 1893, seu nome foi dado à unidade de resistência elétrica.


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