Voltamos, sejam mais uma vez bem vindos! Tentaremos ao máximo atualizar o blogger.
Agora temos um novo canal no youtuber e um novo blogger, dá uma olhadinha!
Canal:
Blogger:
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
sábado, 10 de dezembro de 2011
Contato
Agimos em Toda a grande Florianópolis e região:
Telefones para contato: 048-33652315, 91254587, 88171077 ou 91348688
Orkut: eletrons.comcertos@hotmail.com
Msn: eletrons.concertos@hotmail.com
Hotmail: eletrons.concertos@hotmail.com
Telefones para contato: 048-33652315, 91254587, 88171077 ou 91348688
Orkut: eletrons.comcertos@hotmail.com
Msn: eletrons.concertos@hotmail.com
Hotmail: eletrons.concertos@hotmail.com
domingo, 27 de novembro de 2011
O estudo da eletricidade
Tempestade de Raios
O estudo da eletricidade se iniciou na Antiguidade, por volta do século
VI a.C, com o filósofo e matemático grego Tales de Mileto. Ele, dentre
os maiores sábios da Grécia Antiga, foi quem observou o comportamento de
uma resina vegetal denominada de âmbar. Ao atritar
essa resina com tecido e/ou pele de animal, Tales percebeu que daquele
processo surgia uma importante propriedade: o âmbar adquiria a
capacidade de atrair pequenos pedaços de palha e/ou pequenas penas de
aves. Em grego, a palavra elektron significa âmbar, a partir desse vocábulo surgiram as palavras elétron e eletricidade.
Apesar desse feito, nada foi descoberto por mais de vinte anos, ficando, dessa forma, intactas as observações de Tales de Mileto. No século XVI, o médico da rainha Elizabeth I, da Inglaterra, Willian Gilbert, descobriu que era possível realizar a mesma experiência de Tales com outros materiais. Nessa época, o método da experimentação, criado por Galileu Galilei, começou a ser utilizado. Gilbert realizou vários estudos e experiências, sendo uma delas as formas de atrito entre os materiais. Já no século XVIII o cientista norte-americano Benjamin Franklin, o inventor do para-raios, teorizou que as cargas elétricas eram um fluido elétrico que podia ser transferido entre os corpos. Contudo, hoje já se sabe que os elétrons é que são transferidos. O corpo com excesso de elétrons está eletricamente negativo, ao contrário do corpo com falta de elétrons, que se encontra eletricamente positivo. Mas qual é o ramo de estudo da eletricidade?
O estudo da eletricidade se divide em três grandes partes:
Eletrostática: é a parte que estuda o comportamento das cargas elétricas em repouso como, por exemplo, o estudo e compreensão do que é carga elétrica, o que é campo elétrico e o que é potencial elétrico.
Apesar desse feito, nada foi descoberto por mais de vinte anos, ficando, dessa forma, intactas as observações de Tales de Mileto. No século XVI, o médico da rainha Elizabeth I, da Inglaterra, Willian Gilbert, descobriu que era possível realizar a mesma experiência de Tales com outros materiais. Nessa época, o método da experimentação, criado por Galileu Galilei, começou a ser utilizado. Gilbert realizou vários estudos e experiências, sendo uma delas as formas de atrito entre os materiais. Já no século XVIII o cientista norte-americano Benjamin Franklin, o inventor do para-raios, teorizou que as cargas elétricas eram um fluido elétrico que podia ser transferido entre os corpos. Contudo, hoje já se sabe que os elétrons é que são transferidos. O corpo com excesso de elétrons está eletricamente negativo, ao contrário do corpo com falta de elétrons, que se encontra eletricamente positivo. Mas qual é o ramo de estudo da eletricidade?
O estudo da eletricidade se divide em três grandes partes:
Eletrostática: é a parte que estuda o comportamento das cargas elétricas em repouso como, por exemplo, o estudo e compreensão do que é carga elétrica, o que é campo elétrico e o que é potencial elétrico.
Eletrodinâmica: essa é a parte que estuda as cargas
elétricas quando em movimentação. Ela estuda o que é corrente elétrica,
os elementos de um circuito elétrico (resistores e capacitores) bem como
a associação deles, tanto em série quanto em paralelo.
Eletromagnetismo: nessa parte se estuda o
comportamento e o efeito produzido pela movimentação das cargas
elétricas. É a partir desse estudo que fica possível entender como
ocorrem as transmissões de rádio e televisão, bem como entender o que
vem a ser campo magnético, força magnética e muito mais.
Fonte: http://www.brasilescola.com/fisica/eletricidade.htm
sábado, 26 de novembro de 2011
Eletricidade estática
Acumulação de cargas nos cabelos
O estudo da eletrostática é dividido em três partes, que correspondem aos tipos de eletrização. São elas: eletrização por atrito, eletrização por contato e eletrização por indução. O estudo da eletrostática teve início com Tales de Mileto no século VI a.C. Tales fez experimentos com o âmbar, uma resina amarelada, com o intuito de explicar o fenômeno da atração que ocorria com o material. Os gregos, também no século VI, utilizavam o âmbar como meio para atrair pequenos objetos como, por exemplo, pedaços de palha. Como isso era feito? Os gregos atritavam o âmbar com um pedaço de pano, dessa forma ele atraía os objetos.
Tales deu início aos estudos da eletrostática, no entanto foi Coulomb que realizou estudos sistemáticos e quantitativos da estática, demonstrando que atração e repulsão entre as cargas elétricas são inversamente proporcionais ao quadrado da distância entre elas.
A eletrostática se baseia em dois princípios básicos que são:
Princípio da conservação da carga elétrica, que diz que num sistema isolado a soma algébrica das cargas elétricas se conserva.
Princípio da atração e repulsão entre cargas elétricas, que diz que cargas de mesmo sinal se atraem e cargas de sinais contrários se atraem.
A eletricidade estática é muito comum no dia-a-dia. Ao pentear o cabelo em um dia seco, é possível perceber que os fios de cabelo se repelem uns dos outros.
Fonte: http://www.alunosonline.com.br/fisica/eletricidade-estatica.html
sábado, 23 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Circuito Elétrico
O circuito elétrico pode ser definido como o percurso completo por onde
os elétrons ou os portadores de carga podem entrar de um terminal de uma
fonte de tensão, passando através de condutores e componentes, até
chegar no terminal oposto da mesma fonte.
Um circuito elétrico é constituido basicamente por uma ou mais fontes de energia elétrica, fios condutores e algum elemento de circuito (que pode ser um indutor, capacitor, resistor, diodo, etc.).
Um circuito elétrico é constituido basicamente por uma ou mais fontes de energia elétrica, fios condutores e algum elemento de circuito (que pode ser um indutor, capacitor, resistor, diodo, etc.).
Interruptor
O interruptor é um componente que, ligado a um circuito elétrico, tem como função interferir na circulação e distribuição de energia abrindo o circuito elétrico, interrompendo a corrente ou desviando-a de um condutor para outro. A forma mais familiar do interruptor é um dispositivo eletromecânico operado manualmente com um ou mais conjuntos de contactos elétricos. Cada conjunto de contactos pode estar em um dos dois estados: "fechado" quando os contatos estão a se tocar e a eletricidade pode fluir entre eles, ou "aberto" quando os contatos estão separados e não conduzindo.
Assinar:
Comentários (Atom)
